o amor, um tropeço.
traço
inquieto
no papel-peito daquele
garoto gostoso que vi surgir
promessa.
sumiu...
com tanta pressa!
e fomos nada.
nem sal. nem doce
lembrança deixada
pelo nexo
da volta pra casa.
foram dias de poesia,
sol, sereias,
dragões chineses e
trapaças... e eu tinha criado
outra via-láctea.
1 comentários:
Mais um belo poema.
Bjs
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